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Língua Afiada

Devo ser vidente

Ao escrever o título do post anterior – Não há duas sem três – estive quase, quase para o mudar porque me parecia agoirento.

É que na minha, nossa, vida nunca acontece apenas um percalço eles chegam sempre em trio ou em quarteto.

 

Ontem ao final da tarde comecei a sentir-me indisposta, depois uma dor aguda no ouvido e só depois começou a dor na gengiva e o inchaço da cara, era o dente do siso.

 

Já em casa, o Moralez decidiu ligar o meu portátil que só é ligado ocasionalmente, o diabo da máquina começou a fazer um bip infernal.

Deu-nos uma coisa má aos dois, não pelo valor do portátil, mas pelo valor incalculável da informação que armazena, ai que não fazemos backup há muito tempo.

Gelei diante a possibilidade de perder as minhas fotos e também algum trabalho, mas acima de tudo pelas fotos.

Ele depois de algumas tentativas conseguiu que o bicho se calasse e funcionasse.

 

Juro que pensei – Deus queira que não aconteça mais nada, quando as coisas começam a correr mal é umas atrás das outras – mas calei-me, nada de atrair pensamentos maus.

 

Estava agora descansada, completamente compenetrada no meu trabalho e já meio a falar, meio a gritar digo – Não!

Os meus colegas julgaram que tinha apagado o site da empresa.

(Ao menos esse teria backup.)

 

Perdi uma pedra da minha aliança!

Tanto cuidado que tenho com ela, tiro-a sempre quando faço algum trabalho manual, não sei como fui perder uma pedra!

Deixei-a cair esta semana no quarto quando a tirava, espero que tenha sido nesse momento e que a pedra esteja lá, mas tenho receio que a tenha perdido quando ajudava a mãe com a louça, esqueci-me de a tirar.

Não é nada de especial, mas fiquei mesmo triste, para além da despesa obriga-me a deixa-la num ourives e não pode ser qualquer um.

Espero que fiquem por aqui os azares!

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