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Língua Afiada

Europeus Efeminados

 

 

A opinião da jornalista dinamarquesa Iben Thranholm tornou-se viral depois de afirmações controversas como “os homens europeus são afeminados e as mulheres estão em perigo”

A opinião dela pode ser mal interpretada e originar reações contraditórias, mas ela não deixa de ter razão em alguns pontos de vista.

Penso que não está em questão o papel da mulher na sociedade, nem sequer a sua força, determinação ou competência, mas sim o papel do homem.

É fácil confundir machismo com masculinidade, mas os dois conceitos são bem distintos e um não implica o outro, na verdade a sociedade europeia encontra-se enfraquecida e desprovida de valores e é essa a imagem que passamos.

Se por um lado valores como igualdade, fraternidade e inclusão são valores que devemos promover, por outro lado não nos devemos deixar amedrontar, moldar e subjugar aos ideais e valores dos outros.

Os homens estão realmente afeminados e isso nada tem a ver com os direitos de igualdade entre homens e mulheres, tem a ver com a falta de masculinidade e, até, a punição dessa masculinidade pela sociedade. Os homens não precisam de ser brutos, machistas, trogloditas e desrespeitadores das mulheres, precisam sim de ser firmes, defensores dos mais fracos e imporem-se contra as ameaças.

As mulheres defendem os filhos pequenos, os filhos defendem os pais idosos, desde quando é que os homens defenderem as mulheres passou de moda?

Essa é a lei da natureza, os mais fortes defendem os mais fracos e esse é um princípio inerente aos valores que a Europa defende.

Entenda-se mais fracos fisicamente, não vamos estar com paninhos mansos, regra geral os homens têm mais força que as mulheres, assim como as mulheres têm mais resistência que os homens, não há aqui superioridade nenhuma são características inatas.

Terem-se tapado estátuas em Itália para se receber o líder Iraniano tem tando de hilariante como de estúpido. Uma mulher europeia quando visita o Irão tem de usar um lenço para tapar o cabelo, e os europeus têm de tapar estátuas que ostentam nudez só porque eles não permitem isso na cultura deles?

As alemãs estão com medo de sair à rua durante a noite, e onde andam os homens alemães? Não são eles fortes, altos e espadaúdos o suficiente para as acompanharem e defenderem?

Estou em crer que muitos muçulmanos já radicados na Alemanha há muitos anos estão a aproveitar-se da vinda dos refugiados para também eles praticarem estes atos bárbaros.

 

Se eles não se sujeitam às leis e à cultura europeia, porque não aplicar-lhes leis mais de acordo com a sua cultura? Cortes das partes baixas e fuzilamento parecem-me ser penas adequadas a este tipo de comportamento.

Ah não podemos ir por esse caminho... Seriamos iguais a eles. Em teoria acolhe-los funcionaria bem, mas em determinadas situações a única forma de comunicar eficazmente é usar a mesma linguagem.

Eles não respeitam, ridicularizam e gozam com os homens europeus por estes verem a mulher com um ser igual, mas agora descobriram que os homens europeus não têm estaleca para defenderem as suas mulheres, estas estão por sua conta e risco, são alvos fáceis, mulheres que acreditam estar protegidas pelos mesmos ideais que acolherem os seus agressores, ideais que eles não respeitam.

 

 

Na parte em que a jornalista se refere aos políticos é impossível não deixar de reparar na imagem de António Costa, nem é uma questão de masculinidade, ele não me inspira qualquer segurança, em caso de guerra como se comportaria? Estou em crer que facilmente abandonaria o barco.

Fazem falta mais políticos com mão de ferro como Margaret Thatcher, um exemplo de como uma mulher pode ter mais firmeza que muitos homens sem ser por isso menos feminina.

 

 

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