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Língua Afiada

De coração cheio e corpo cansado.

Alguém vende concentração?

Se venderem eu compro, pode ser em xarope ou comprimidos se faz favor.

Não há café que hoje me valha, parece que me passou não um, mas dois comboios por cima, e passaram, dois casamentos, só com o intervalo de um dia.

Acho que adquiri um ou dois quilos de estimação que tenciono perder com uma semana de regime e desintoxicação, já não tenho 20 anos e o organismo não se regula sozinho, uma chatice.

 

 

Detalhes que comparados com a alegria de viver momentos de plena felicidade com família e amigos são insignificantes.

Tenho o coração cheio de amor e a mente preenchida de belíssimas recordações, momentos que guardarei e recordarei para sempre.

Momentos que servem para nos lembrar o verdadeiro significado da vida, para que nunca nos esqueçamos do que realmente é importante e para que saibamos sempre o que significa e representa o amor.

Sem família, amizade, solidariedade, empatia e amor a nossa vida seria oca e sem propósito, a felicidade reside nas coisas gratuitas que a vida nos oferece, cabe a nós nutri-las e fazê-las crescer.

A vida é como a terra dos campos, se a cavarmos, semearmos e regarmos iremos colher dela deliciosos frutos mais tarde, se a abandonarmos irá ser um extenso campo seco e infértil.

Que a nossa vida seja assim sempre, um extenso campo fértil de árvores e plantas que nos alimentam a alma.

7 comentários

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    Psicogata 28.08.2017 16:12

    Eu acho que não existem famílias normais... há umas melhores do que as outras, mais unidas talvez.
    A minha tem muito que se lhe diga, mas depois de dar algumas cabeçadas aprendi a lidar melhor com a situação e a direcionar a minha atenção à família com que me identifico, e a harmonia de uns acaba por contagiar os outros.
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    Miss Winter 28.08.2017 16:17

    Sim, a união faz toda a diferença. Também faço um pouco como tu, tanto na familia como amigos que mais cedo ou mais tarde que muitos são amigos por conveniência, os bons continuam mesmo estando distantes (em kms)
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    Psicogata 28.08.2017 16:46

    A vida ensina-nos a separar o trigo do joio, tem de ser mesmo assim :)
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    Miss Winter 28.08.2017 16:53

    Nem mais e acho quando fazemos 40 anos ajuda-nos a perceber aquilo que precisamos e quem realmente nos quer por perto, estou a gostar destas aprendizagens, conseguimos ter uma melhor noção da vida (eu sempre tive mas agora com mais requinte eheheh)
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    Psicogata 28.08.2017 16:55

    Ao longo da vida vamos percebendo o que é importante, por acaso tive essa percepção antes aos 30 e poucos, as circunstâncias da vida e algumas desilusões obrigaram-me a abrir os olhos mais cedo.
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    Miss Winter 28.08.2017 17:01

    Nalguns aspectos foi ao longo da vida, mas agora com o divórcio, tenho um conceito de vida totalmente diferente... mais leve.
    Até aos 23 vivi para os meus pais... depois comecei a namorar... aos 28 casei... aos 29 comecei a pensar em engravidar e nada... aos 31 iniciaram os tratamentos... aos 36 engravidei... aos 37 fui mãe <3, aos 38 divorciei-me... e cada uma destas etapas fui abrindo os olhos mas andava a viver a maré dos outros... não sei se me entendes :)... mas não entendem aquilo que eu sou... eu digo que sou feliz muito mais agora, mas dizem que eu estou infeliz... não sabem o que dizem nem me conhecem (isto vindo da minha irmã mais nova e única, ainda hoje falo disto no meu blogue) mas já nem me importo porque não me compreendem eu não sigo a opinião dos outros.
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