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Língua Afiada

Ex-deputado fez fortuna com negócio dos colégios privados

Na sequência da manifestação dos amarelos.


Segundo o Jornal Correio da Manhã, António Calvete deputado pelo partido socialista entre 1999 e 2002 e membro da Comissão de Educação, Ciência e Cultura construiu uma fortuna no valor de 22 milhões de euros.

O ex-deputado é o dono do grupo empresarial GPS – Gestão de Participações Sociais que possui 25 estabelecimentos de ensino, quinze dos quais tinham, até há pouco, contrato de associação com o Estado.

O grupo encontra-se sob investigação pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária sob suspeita de corrupção e tráfico de influências.

Em 2005, dois colégios do grupo – Rainha D. Leonor e Frei Cristóvão – receberam contratos de associação numa altura em que eram secretário de Estado da Administração Educativa, o ex-deputado do PSD José Manuel Canavarro, e diretor regional de Educação de Lisboa, José Almeida. Os dois acabaram por integrar a empresa mais tarde.

Os indícios levaram o Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa a constituir como arguidos tanto António Calvete, como José Manuel Canavarro e José Almeida.

 

Mais um argumento para terminar com este financiamento, isto não é só uma questão de igualdade para alunos e pais, é uma questão de maquinação, tráfico de influências, danos ao Estado, corrupção e toda uma teia de influências, não é de estranhar que os colégios se tenham empenhado tanto em colocar alunos e pais a lutar por esta causa.

Caso para dizer que isto ainda irá mesmo amarelar para o lado deles.

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