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Língua Afiada

O real perigo de Donald Trump

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Donald Trump a par com a tensão entre os Estados Unidos e a Rússia deve ser o assunto mais preocupante da atualidade, especialmente se pensarmos que Donald Trump poderá vir a estar associado a essa tensão em breve.

A maioria das pessoas vê Donald Trump como um fanfarrão que pode ou não vir a ser o presidente dos Estados Unidos, mas não dá grande importância porque ele vai governar um povo que está do outro lado do oceano e porque ele até nem manda nada sozinho, veja-se o caso do presidente Obama que foi condicionado pelo Senado e pela Câmara dos Representantes

Só que há um detalhe, um detalhe de extrema importância, o presidente dos Estados Unidos é também o Chefe Supremo das Forças Armadas do país.

Isto poderia não ser preocupante se o presidente não tivesse autonomia neste campo, mas tem, embora não possa declarar guerra pode destacar tropas para onde quiser e bem entender. O que está aqui em causa é ter-se uma pessoa com poder de largar uma bomba nuclear ou uma arma química que tem um discurso xenófobo e racista.

O presidente dos Estados Unidos tem também poderes alargados no que toca à diplomacia, como é que alguém que destrata povos e comunidades pode ser o mais alto diplomata de um país que se apelida de livre?

A verdade é que se os Estados Unidos não mereciam Barack Obama, o mundo não merece Donald Trump.

Hillary Clinton está longe de ser uma escolha consensual, mas claramente aqui a frase de mal o menor aplica-se com toda a clareza, não podemos cair no erro de escolher Trump porque Clinton representa uma série de coisas más e instituídas, quando Trump é um ser irascível, intratável e francamente míope e perigoso.

O descontentamento com o poder não pode, nem deve justificar a eleição de uma pessoa despreparada, com princípios e valores desalinhados com os da própria Constituição do país.

Que o povo norte-americano não preza pela inteligência todos estamos cansados de saber, mas poderá a sua ignorância chegar a tanto?

Espero sinceramente que não, o mundo já está complicado o suficiente e o que menos necessitamos é de uma guerra que resulte de uma implicância ou demonstração de poder de uma criança mimada e egocêntrica que por azar é rica e influente.

Convenhamos que a crise financeira do Ocidente, a ansiedade da Rússia em ter relevância e a instabilidade no Médio Oriente são ingredientes mais do que suficientes para se justificar uma guerra.

A grande questão é se o Planeta sobrevirá a mais uma guerra?

Os grupos que têm capacidade para destruir, são os mesmos que têm capacidade para reconstruir, esperemos que tenham consciência que se não existirem pessoas não é possível reconstruir seja o que for.

E espero que tenham consciência do perigo que é ter Donald Trump como presidente de uma potência e que o travem antes que seja tarde demais porque as declarações dele só têm piada porque são hipotéticas se forem reais perderão toda a graça e só causarão desgraça.

22 comentários

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    Psicogata 19.10.2016 14:25

    Andy estou longe de achar que Hillary Clinton é a melhor pessoa para ser presidente dos EUA, mas achas que Donald Trump ser presidente faz algum sentido??
    A comunicação social até pode distorcer algumas coisas, mas os ideais dele são errados, diz barbaridades a torto e a direito e é uma pessoa que espelha o pior da classe empresarial americana.
    Quer dizer a Clinton deve favores a empresários e a alternativa é colocar lá um??
    Nenhum dos dois deveria chegar a presidente, mas como são os dois únicos candidatos com hipóteses de lá chegar, escolho Hilary Clinton sem dúvida alguma.
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    Andy Bloig 19.10.2016 14:43

    A Hillary é uma falsa... tal como o Obama.
    O Obama vêm para a televisão dizer que só tem uns quantos polícias a ensinar os iraquianos, ao mesmo tempo que passa autorizações legislativas para colocar mais de 60000 soldados americanos no Iraque. Para tudo o que possas ler em comunicados oficiais, os EUA só tem umas dezenas de instrutores a ensinar os soldados iraquianos.
    E ter lá alguém que é demasiado falso e que tem medo de tomar medidas, acaba por ser mais um problema do que uma solução.
    Na Europa vamos começar a apanhar com isso já nas eleições de França e Alemanha, onde poderá acontecer algo que o sistema eleitoral estava previsto para nunca poder acontecer. A Marine sabe que a única forma de derrotar o sistema eleitoral (corrupto) francês é vencer na primeira volta. E, segundo as sondagens, está a menos de 5% de conseguir isso. (Na França o sistema tornou "impossível" um partido que não seja dos 2 grandes, vencer na 2 ronda, pois se 1 dos candidatos não for eleito com 50% na 1 volta, passam os 2 mais votados e os 2 partidos, caso só 1 passe à 2 ronda, unem-se para colocar mais deputados.) Na Alemanha, um partido que tem tanto de orçamento como uma loja da baixa de Lisboa, conseguiu eleger mais de 20% deputados para as assembleias regionais, incluindo mesmo o estado natal da chanceler alemã, onde o partido dela e o SPD costumam partilhar mais de 80% dos votos. Tiveram metade do normal.
    Os russos só andam a aproveitar isso. Enquanto cá se fazem favores e se dão beijinhos e abraços, ao mesmo tempo que se "cortam cabeças pela via judicial", eles tem os recursos. O que farão os EUA quando a Rússia invadir boa parte da Ucrânia e cortar o abastecimento de gás e petróleo à Alemanha e países da Europa Central? 86% do combustível que a Alemanha usa para aquecimento, durante o Inverno, é proveniente da Rússia.
    E tudo, porque os governos seguiram o politicamente correcto e esqueceram-se da vertente humanitária baseada nas regras e normas que qualquer cidadão do país é obrigado a seguir. Com desconfiança, vale mais um fala-barato de que as pessoas já esperam tudo, do que alguém que te aperta a mão e dá 3 facadas nas costas ao mesmo tempo que te empurra pela janela.
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    Psicogata 19.10.2016 14:47

    É precisamente por o presidente ter o poder de deslocar tropas que perigoso meter lá um lunático!
    Achas mesmo que é melhor ter lá o Trump?
    Achas que a solução para a Europa e para a corrupção política e promiscuidade entre o poder político e financeiro é a extrema direita subir ao poder?
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    Andy Bloig 19.10.2016 14:58

    É isso que é o sistema democrático. Certo?
    Quando um erra, o outro aproveita para capitalizar dos erros.
    E achas mesmo que o Trump é tão lunático como parece? Se fores ver o "Aprendiz", vais notar que a maioria do que ele diz não passam de baboseiras para ter atenção (algo que quem é político passou muitos anos a estudar para não cometer essas "gaffes"). Depois, quando é preciso, faz o que deve fazer.
    Há muito tempo atrás conheci alguém que dizia "Trust the one that tells you something that you need do piece together, than the one that tells what you want to listen and asks if you like it."
    Na Europa, estamos a pagar o seguir o "politicamente correcto" ao mesmo tempo que outros usam as nossas vidas para proveito próprio. O que não é diferente do que se passa nos EUA.
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    Psicogata 19.10.2016 15:03

    Eu não discordo do que dizes só não acho que seja esse o caminho.
    Se ele for eleito está no seu direito, espero sinceramente que não seja.
    A solução para mim nunca passará por colocar no poder radicais e se queres que te diga o Trump perto da estrema direita que esta a ganhar poder na Europa é um menino, só que é um menino egocêntrico, birrento e que poderá vir a ter demasiado poder.
    A Europa deveria ter aprendido a lição, mas parece que as pessoas já se esqueceram do que fascismo fez à Europa.
    Nada de bom surgiu que um sistema extremista, nada, é pena que as pessoas tenham memória curta e visão míope.
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    Andy Bloig 19.10.2016 15:19

    Estás a deixar-te levar pela mesma razão que cada vez menos pessoas vão votar.
    Se puxares mais para trás a história da Europa, vais ver que tudo o que somos, é proveniente de uma estrutura baseada na força e interacção. Até que chegou o Século XX, onde surgiu uma coisa "nova" que passou a controlar tudo. O "dinheiro virtual". Foi depois de um colapso que certos radicais chegaram ao poder e quiseram acabar com essa vertente. E assim a Europa passou por 2 guerras terríveis. Ao terminar a 2, nasceu uma terceira... conhecida por Guerra Fria, onde a Europa era uma simples figurante. Quando essa foi perdida pelo oriente, a Europa passou de figurante a protagonista, mais unida que nunca sobre os mesmos ideais. E aquela coisa que tinha sido trocada pelo nacionalismo e ideias exageradas, voltou a ganhar poder... tal poder que neste momento, um tipo que está sentado num computador no 106 andar de um edifício americano, tem mais poder que o governo que lidera 100 milhões de pessoas. Para não chatearem esse tipo, os governos sujeitam-se ao que ele diz.
    Na Inglaterra, 18 milhões de pessoas acreditaram num tipo desses que lhes prometeu regresso aos anos 80, onde o país crescia a abastecer-se em países do terceiro mundo e a vender à Europa e América. Venceu as eleições... e no discurso de vitória disse-lhes que tudo o que tinham prometido era mentira e que os outros até tinham razão quando diziam que seguir aquele caminho não era um quebrar de regras para a vitória, era o entrar em terreno desconhecido e perder o apoio de outros sem ter destino.
    Já sabes que os humanos só são o que são, por andarem em intrigas e guerras para obterem proveitos próprios. Sempre foi assim... já desde os tempos das cavernas.
    Quando as coisas falham e o poder passa para coisas que não há gente que compreenda (existem os que controlam o sistema mas, também não o entendem), os que pensam ter livre escolha vão atrás daquilo que lhes oferece mais proveitos próprios. Quando se sentem traídos, ou ignoram (tendo medo de ir votar) ou votam nos que já contestavam aquelas coisas e que correram mal. É algo que faz parte da humanidade já há milénios.
    Os americanos ainda são mais novos que nós nessa coisa de liberdade de pensamento.
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    Psicogata 19.10.2016 15:55

    Não estou a levar-me por razão nenhuma, só acho que não é esse o caminho.
    Acredito que temos os governantes que merecemos, não questionamos nada, somos umas ovelhinhas e que não enxergamos um palmo à frente e depois quando percebemos que andamos enganados passamos a radicais, reivindicamos, para quê? Para sermos mais uma vez ovelhinhas só que de outro pastor.
    Isto só muda quando a sociedade evoluir, quando os padrões e valores se alterarem e as pessoas pensem como um todo e não individualmente, talvez um dia quando a noção de tempo mude e as coisas sejam vistas a uma escala mais alargada as pessoas pensem um pouco mais à frente.
    O problema não de quem controla, é de quem se deixa controlar, eles são poucos, a qualquer momento podem ser depostos, mas para isso era preciso que as ovelhinhas se importassem, achas que se importam? Desde que o pasto esteja verde e tenham um casebre para dormir está tudo bem.
    E isso tão cedo não muda e voltamos ao mesmo, antes ter um pastor que apesar de estar corrompido respeita a liberdade, mesmo que essa liberdade não seja tão extensa quanto aparenta ser, não deixa de ser liberdade do que ter um pastor opressor da liberdade.
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    Andy Bloig 19.10.2016 16:10

    Tens a conclusão certíssima. E é esse o problema do Trump. Se ele for eleito, toda aquela máquina de propaganda do politicamente correcto que nos impingem maravilhas, vai ter problemas. Já imaginaste se um banco ao estilo do Wells Fargo (quem tem activos que valem por 1000 vezes o nosso querido Portugal) mete água e vai falar com o FED para lhes arranjarem uns dinheiros... durante 30 anos e o Trump vai a uma conferência de imprensa falar de outra coisa qualquer, perguntam-lhe pelo banco "Esses precisam de dinheiro ou vão falir. Estamos a falar com eles."
    Enquanto que a Hillary diria: "A instituição está a resolver as suas situações. Estamos a acompanhar o caso e está tudo controlado."
    É preciso algo que agite as hostes para acontecerem alterações e aqueles que operam nas sombras terem de aparecer.
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    Psicogata 19.10.2016 16:22

    O problema é o resto, que se agitem as águas nada contra, mas e o resto?? Ele não tem competência para ser presidente, mesmo com poderes condicionados, não tem.
    Quanto à Europa acho que a solução passa por movimentos civis, pessoas fora dos partidos, mas a questão é que essas pessoas não existem.
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    Andy Bloig 19.10.2016 16:33

    Mesmo agitando um copo de água, sabes que se o largares, ele vai voltar ao que estava antes de o agarrares. Infelizmente, é assim que estamos. Pode ser que alguém agite de tal forma que o copo se parta e seja preciso arranjar um novo.
    Neste momento, nada é possível contra a parte partidária. Não existe suporte financeiro para nada disso. Pior que isso, quem está agora a controlar as máquinas partidárias, são pessoas que desde os 15-18 anos, andam a estudar para serem líderes partidários. Pessoas que nunca irão saber as dificuldades da vida.
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    Psicogata 19.10.2016 16:39

    Isso só acontece porque as pessoas não querem saber, se as pessoas fossem informadas, preocupadas, com a informação acessível a todos, só somos controlados porque queremos.
    Quem é que poderia impedir uma greve Europeia se o povo decidisse parar? Ninguém! Nem dinheiro, nem armas, nem exército, a verdade é que é o povo que mandar, porque é a maioria.
    Mas agora podemos deixar o povo mandar? Nunca, não sem antes que ele mude.
    A maioria das pessoas não entende uma notícia, mesmo que a leia três vezes, como é que se podem agitar águas?
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    Andy Bloig 19.10.2016 16:50

    Isso foi como em 2011, certas empresas terem avisado os empregados que ou aqueles partidos ganhavam as eleições ou a empresa iria encerrar e os funcionários iam tudo para "o olho da rua". Quando apareceu a notícia num jornal local, dias depois os líderes partidários foram visitar a empresa para dizer que aquilo era mentira. Até discutiram com um funcionário que dizia ser de outro partido.
    E a informação está acessível, as pessoas é que confiam num post de uma rede social porque lhes diz que é assim... se alguém te diz que é assim e tem tanta gente a concordar, para que é preciso pensar no assunto, perder tempo a pesquisar? Vale mais saltar para a carroça e seguir aquela linha.
    Um exemplo foi a subida do salário mínimo. Tanta gente que criticou essa subida porque iria trazer muito desemprego, iria levar as empresas à falência... quando lhes perguntaram se olhavam para o recibo do vencimento e viam que os descontos para o IRS e segurança social dependiam do valor do ordenado, existiram pessoas que reclamaram que não era assim. Quando descobriram que essa subida também levava a subir as receitas do estado, sem ser preciso andar a aumentar os impostos, os que reclamavam, desapareceram. Este ano, até quem avançou primeiro na reclamação, já mudou de estratégia e foi pedir benefícios fiscais noutros ramos para aceitar subir ainda mais o salário do que a proposta inicial. E muita gente que contestou aquela ideia, nunca tinha olhado para o recibo ou perguntar como é que são feitas as contas. Se nem aquilo que recebes, sabes como é calculado, como é que se pode pensar que alguém se vai informar sobre assuntos paralelos?
    É por isso que existe tanta frustração por aí pelo mundo virtual, onde se destila veneno em todas as direcções e mais alguma. Depois é giro perguntar "votaste em quem?" "Não fui votar. Não gostava de nenhum deles." (Ou o famoso "Não votei nesses.")
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    Psicogata 19.10.2016 17:06

    É ignorância, a maioria das pessoas vive na ignorância, mas vive porque quer.
    Isso é quase como as pessoas que reclamam nos serviços públicos que descontam muito para a Segurança Social, nem sabem para que serve e o que é a Segurança Social
    E o nome é explícito fará se não fosse.
    Em relação ao ordenado mínimo as desculpas que apresentavam eram ridículas.
    Mas este Governo está a nadar, andou a cumprir as promessas e agora está entalado para arranjar dinheiro.
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    Andy Bloig 19.10.2016 17:16

    É giro ver grupos formarem-se para protestar por coisas que podiam ter entendido antes de protestar e reclamar pelas razões certas e não pelo que outros lhes disseram para reclamar.
    O problema cá é conseguir cumprir os vários planos de pagamentos da dívida pública. Em Espanha não há esse problema pois há 6 anos atrás o governo de lá criou 6 datas para as emissões de dívida pública. É uma das razões para eles não estarem a ter problemas de terem um governo de gestão. Sabem que naquela data tem de pagar, por isso emitem dívida no dia anterior, pagam no dia seguinte. E o ano deles tem 364 dias. Cá temos pagamentos quase diários.
    E ainda nos falta resolver os problemas com a banca... que ainda tem muito tecido para coser. Mesmo assim, não estão tão longe dos objectivos como é costume nesta altura dos anos. E com o petróleo a subir pouco a pouco, ainda podem ter umas ajudinhas extraordinárias sem precisar de mexer muito.
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    Psicogata 19.10.2016 17:24

    E ainda faltam cumprir algumas promessas para que o PCP e o BE fiquem sossegados.
    Não levo grande fé nesta gestão, parece que andam às apalpadelas.
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    Andy Bloig 19.10.2016 17:47

    Neste momento anda tudo assim. Se fores ver as principais empresas financeiras, para veres as previsões do preço do petróleo, tens "estudos oficiais" que dão desde os 34 dólares até aos 160 dólares o barril... para os próximos 6 meses. Nos anos 90/00 as previsões davam para 3 anos com uma janela de 10 a 20 dólares como limite máximo da variação.
    A nível financeiro ainda está pior. Não há previsões que não sejam alteradas diariamente.
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    Psicogata 19.10.2016 17:52

    Porque a base não é sólida, a banca está falida, existem bolhas imobiliárias por todo mundo, o dinheiro é virtual e as previsões são feitas tendo em conta um sem fim de cenários.
    Eu já escrevi que o capitalismo tem os dias contados e tem mesmo.
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    Andy Bloig 19.10.2016 18:00

    Isso é o problema do mundo viver na especulação como base comunitária. Uma especulação que é feita nas sombras por pessoas que não surgem em momento nenhum e que corra bem ou corra mal, nunca poderão sofrer pelo que andam a fazer. A democracia é parte dessa especulação. Colocam-se fantoches que fazem o trabalho visível e que apanham com o pior que apareça.
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    Psicogata 19.10.2016 18:03

    Andam nas sombras porque os deixam, espero que um dia alguém os faça aparecer, de preferência que fujam como os ratos e as cobras quando há incêndios.
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    Andy Bloig 19.10.2016 18:12

    Desde 2007 para cá alguns tem saído. Outros aparecem, passam por maus da fita, desaparecem e pouca gente se lembra deles. Pois a culpa é de outro qualquer. É aí que o Trump é um perigo. O tipo não tem problema em apontar o dedo... que é algo horrível a nível político e jornalístico.
    Mas, os peixes graúdos continuam lá. Se te lembrares, um corretor francês perdeu quase 7000 milhões de euros a um banco francês. Antes de ter sido descoberto, recebeu mais de 3 milhões de euros de prémios pelos resultados obtidos em 6 meses. Quando a bomba estoirou, ele foi preso, umas pessoas daquela divisão demitiram-se ou mudaram para outro país na estrutura do banco. Foi a tribunal, foi condenado a pagar ao banco um valor (que não pode pagar) e uma pena de prisão suspensa com a proibição de trabalhar em serviços financeiros durante 10 anos. E assunto arrumado. O mesmo se passou na Inglaterra num caso semelhante. Ou os 2 gajos do Luxemburgo que revelaram a forma como os escritórios de advogados negociavam com o governo do país para esconder lá rendimentos e pagar menos de metade dos impostos devidos... eles é que foram presos por quebra de confiança. E ficou o assunto arrumado.
    E isto é algo que já dura há décadas. Pouca gente lhe tem mexido e os que se atrevem, são punidos e corridos de lá para fora.
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    Psicogata 19.10.2016 18:15

    Mas tu achas que o Trump não está metido nesse meio?
    O que iria acontecer era desviar as atenções dele e dos amigos dele, porque ninguém chega onde ele chegou sem amigos.
    A única diferença dele é que ele não é político mas é da mesma laia ou pior.
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