Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Língua Afiada

Eletrodomésticos a pensar na chegada do bebé.

A lista de compras para a chegada do rebento não para de aumentar e se já temos mais ou menos definido o quarto e mais alguns detalhes para o receber, também temos uma lista para equipar a casa, tratam-se essencialmente de aparelhos que visam facilitar-nos a vida quando o tempo escasseará ainda mais e nossa rotina sofrerá uma mudança abrupta.

A compra de novos aparelhos, alguns de algum valor substancial pode parecer contraproducente quando existem tantas despesas, mas a verdade é que não há nada mais valioso que o nosso tempo e a nossa paciência por isso até ao nascimento tentarei adquirir:

 

- Robot de Cozinha

Para facilitar o planeamento das refeições e deixá-lo literalmente a cozinhar sozinho, é um descanso deixar a comida a ser confecionada sem alterações na temperatura, riscos de queimar, colar, empapar e saber que estará terminada exatamente em x minutos.

 

- Máquina de Secar Roupa

É um investimento que tenho adiado sucessivamente porque vamos sempre arranjando formas de secar a roupa, além disso ambos temos roupa suficiente para não desesperarmos por sol para a secar, mas com um bebé a situação é diferente e é diferente especialmente na questão de passar a ferro, toda a roupa de um recém-nascido deve ser passada a ferro, que é só a tarefa mais aborrecida de todos os tempos, o que é que evita passar a roupa a ferro? Secar a roupa na máquina. Para além de poupar no tempo, ainda poupo na eletricidade já que o ferro gasta mais energia que a máquina e poupo-me a mim de perder horas a passar a ferro.

 

- Aspirador Robot

Esta é uma aquisição que ainda estou a ponderar, mas a verdade é que dá imenso jeito ter um aparelho que se deixa sozinho pela casa e vai recolhendo o pó, as migalhas, os cabelos e os pelos que se vão acumulando pela casa. A comprar irei comprar um dos mais económicos, mas ainda estou a recolher informação se valerá ou não a pena o gasto.

 

- Arca congeladora

Este eletrodoméstico será essencial porque permitirá congelar refeições e alimentos frescos, neste momento escasseia o espaço de congelação lá em casa e por isso teremos de o aumentar forçosamente, ao congelar poupa-se tempo e dinheiro, primeiro dá imenso jeito ter doses de sopa, feijão, grão no congelador prontas a usar, segundo porque dessa forma consigo armazenar os legumes que dão em abundância em algumas altura do ano e que depois terminam obrigando-me a compra-los no supermercado.

 

Se tiverem alguma dica de aparelhos ou eletrodomésticos que nos possam facilitar a vida, as vossas sugestões são como sempre bem-vindas.

Presentinhos bons

É maravilhoso receber presentes, ainda mais maravilhoso é receber livros, é por isso que fiquei muito feliz quando recebi um presente da JB Comércio Global, uma empresa com 20 anos de atividade, que se soube modernizar e oferece agora um conjunto de produtos e serviços online para nos facilitar a vida.

Socialmente responsável, já doou mais de 200.000 livros a instituições portuguesas e estrangeiras, apraz-me sempre conhecer empresas dinâmicas e que se preocupam com a sociedade.

No site da empresa podem comprar imensos produtos de papelaria, escritório, livros, manuais escolares entre outros.

De momento estão com uma campanha de brinquedos, quem gosta de antecipar as prendas de Natal tem aqui uma boa possibilidade de compra.

Se gostam muito de papelaria preparem-se porque existem diversas opções giras e fofinhas, eu por exemplo colei na seção de álbuns para bebés, porque será?

A JB oferece um conjunto de regalias para compras em quantidade, quem tiver uma empresa ou estiver responsável pelas compras de economato de uma pode encontrar comparar vantagens e preços e quem sabe encontrar nesta pequena empresa um parceiro competitivo.

 

Um dos livros que me enviaram foi este, estão a imaginar a reação?

Um gigante Ooohhhh

letras e numeros.jpg

Muito obrigada JB e votos de muito sucesso.

Descubram mais em https://www.jbnet.pt

 

 

Carta aberta aos comerciais deste mundo

Aos gestores e gestoras comerciais deste mundo,

 

([Des]larguem-me! Poderia ficar por aqui)

 

Vender é uma tarefa árdua que implica muito trabalho, esforço e dedicação, pregar porta-a-porta ou de telefone em telefone não é fácil, nem os emails vieram facilitar, porque a maioria deles vai para a pasta reciclagem sem ser aberto.

Vender não é fácil, a menos que se tenha nascido com um dom natural para vender gelo aos esquimós, mas não é por ser difícil e trabalhoso que se pode justificar e perdoar tudo.

Não, chega ali a um ponto que a nossa paciência e benevolência para com a profissão nos faz revirar os olhos e deitar fumo pela boca ao estilo banda-desenhada.

 

A nível pessoal gostava de me dirigir a dois tipos de comerciais:

Aos comerciais que fazem telemarketing, essa maravilhosa técnica de vendas agressiva.

A esses dou apenas um conselho, se a pessoa não se mostrar interessada, esqueçam e avancem para a próxima, é estatística, quantos mais contactos fizerem mais probabilidades têm de acertar numa pessoa que esteja com tempo e disposição para vos ouvir, insistir com alguém só leva a duas coisas: a perda de tempo de ambos e a irritação e frustração de ambos, não quer, não tem tempo, não está interessado, next.

 

Aos comerciais que fazem abordagens diretas em superfícies comerciais:

Não abordem pessoas que estão claramente cheias de pressa.

Não abordem as pessoas que estão carregadas de sacos, especialmente quando parecem pesados.

Nos supermercados falem com as pessoas à entrada, na saída há probabilidade de terem produtos perecíveis e ninguém quer chegar a casa com o gelado derretido.

Foquem-se nas pessoas que passeiam descontraídas, que olham para o vosso balcão e parecem interessadas, porque enquanto estão a pedinchar atenção a quem não vos quer ver nem pintados de ouro, potenciais clientes passam-vos ao lado.

Analisem antes de abordarem, não é física-quântica é bom senso. 

 

A nível profissional:

Quando alguém diz que não tem interesse, é porque não tem interesse.

Quando alguém diz que vai analisar e depois responder, aguardem pela resposta, aguardar significa esperar uns dias, não é para ligar ou enviar e-mails todos os dias a solicitar respostas.

Saibam isto, quando alguém esta a ponderar analisar a vossa proposta, quanto mais insistirem maior é a probabilidade de vos enviarem um e-mail com um garrafal – não estamos interessados.

Ninguém gosta de pessoas chatas, ter alguém a interromper constantemente o nosso trabalho não é agradável, é cansativo e muito prejudicial ao vosso trabalho.

Por melhor que seja o vosso serviço ou produto não forcem, porque nem sempre as empresas necessitam dos vossos serviços ou produtos, outras vezes não têm capacidade financeira para os adquirirem, não temos orçamento disponível, temos o orçamento fechado ou temos outras prioridades significam isso mesmo, não há disponibilidade porque existem outros assuntos mais prementes.

 

Nunca, mas nunca tentem passar por cima da pessoa de contacto, é um dos maiores erros que podem cometer, primeiro porque cada vez mais empresas disponibilizam contactos diretos de vários departamentos e segundo porque se essa pessoa se sentir melindrada irá minar-vos, ninguém gosta de ser menosprezado e pior do que isso ninguém gosta de interferências no seu trabalho. Podem ter sorte e conseguirem um novo contacto, mas na maioria dos casos serão reencaminhados para a primeira pessoa com quem falaram e não serão muito bem recebidos.

Não menosprezem quem vos dá as respostas, sejam assistentes, assessores, secretárias ou secretários, primeiro porque é falta de profissionalismo e segundo porque quem controla a agenda tem muito poder.

Num departamento com homens e mulheres não se apressem a bajular os homens, nem sempre são eles os chefes, e mesmo que exista um chefe nem sempre é ele que decide, felizmente há chefes que delegam e confiam no critério e nas capacidades dos seus colaboradores, tentem perceber quem tem mais poder de decisão e influência, mas tratem todos por igual, envolvam todos no processo.

 

Sejam educados, cordiais e respeitem todas as pessoas, arrogância, prepotência e ares de superioridade não combinam bem com estratégias de vendas.