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Língua Afiada

Ano novo, imagem nova

Ano novo, cabelo novo.

Gostam da minha máxima para 2017?

Tenho a teoria que as mulheres quando querem mudar algo nas suas vidas o cabelo é que sofre e normalmente sofre muito.

Não foi o caso, acho que a minha vida já mudou o suficiente em 2016, a mudança no cabelo foi mesmo porque estava cansada de usa-lo sempre da mesma forma, eu que sempre gostei de mudanças de imagem estava há demasiado tempo com a mesma aparência.

A primeira ideia que tive foi dar um banho de cor ou fazer nuances, mas iria estar a estragar o meu cabelo virgem e saudável e nem a cabeleireira achou boa ideia.

A solução? 20cm de cabelo a menos e pareço outra pessoa.

20cm parece muito, mas para o cabelo que tinha não é nada, continua ligeiramente abaixo dos ombros.

 

Fiz um bob longo ligeiramente mais comprido à frente e reto atrás, a última vez que o cortei já tinha escolhido o bob longo mas totalmente a direito.

O facto de estar mais comprido à frente dá a ilusão que o cabelo continua comprido e como nos primeiros dias o usei esticado à primeira vista nem se notava muito, não fosse ter mudado de risca ao lado para risca ao meio, já não me lembrava de usar risca ao meio, a diferença não seria muita.

 

Hoje deixei-o ligeiramente encaracolado e nota-se que está muito mais curto, mas é como gosto mais de o ver, para já estou a gostar da mudança, mas tenho receio que daqui a uns dias sinta saudades do cabelo que me falta. Não estou muito preocupada porque o meu cabelo cresce rapidamente.

 

No post de ontem falava sobre as aparências e de como todos querem ser iguais, hoje de manhã senti vontade de colocar um batom de cor forte, pensei duas vezes antes de o fazer, apenas por um motivo por ser chamativo, de repente caí em mim.

Tenho evitado usar determinadas roupas, acessórios e até maquilhagem para não ser notada, para não sobressair, motivo que há anos atrás nunca seria impedimento de usar nada, sempre tive a confiança necessária para ser diferente.

 

Coloquei o batom e saí confiante, nunca quis ser igual aos outros e a confiança é uma questão de atitude, tenho os lábios vermelhos e depois? São da cor da minha garra.

Thor existe e chama-se Lasse Matberg

O norueguês Lasse Matberg de 30 anos tem dado que falar nos últimos dias pela sua popularidade que cresce exponencialmente. Custa a acreditar que um desconhecido chegou aos 400 mil seguidores no instagram.

Este desconhecido que é tenente do exército demonstra ter um coração sensível e preocupação social e há quem diga que é a encarnação de Thor.

Mas se pensam que é pela sua bondade esqueçam que isso é só um bónus, é que Lasse Matberg não é chamado de viking por acaso, o seu cabelo comprido e louro, a barba, os músculos e os penteados que usa é que lhe dão a fama.

Licenciado em nutrição desportiva, entre seus hobbies, estão o surf, o snowboard e viajar, para completar o pacote ainda gosta de andar de moto nos dias quentes de verão.

Depois de ganhar o título "Barba Norueguesa 2015 acabou mesmo por se tornar modelo.

As imagens que partilha conquistam seguidoras e não é para menos já que partilha fotos em tronco nu, a correr, na praia, a fazer exercício no ginásio, de cabelo solto e de cabelo apanhado, a olhar o pôr-do-sol, vestido com roupa clássica e com roupa desportiva e até de uniforme.

Esta crescente popularidade e histeria de algumas fãs faz-me acreditar que afinal as mulheres estão a ficar fartas dos metrossexuais de os homens de aspeto mais polido. A verdade é que já estávamos a cair no exagero.

Já aqui tinha dito que os atores influenciam as modas, e a série The Vikings tem influenciado tanto que até inventaram um acessório Clip On Man Bun para os homens usarem.

A culpa é em grande parte da personagem Rollo interpretada por Clive Standen, se tivesse de adivinhar diria que do lumbersexual iremos passar ao vikingsexual.

E, excetuando as tatuagens na face, bem que podia virar moda, já que homens suficientemente másculos para usarem tranças sem cair no ridículo são sempre de apreciar.

Na galeria o primeiro moço louro é o Lasse Matberg os outros que aparecem no final são atores da série, qualquer semelhança é pura coincidência.

 

Empresas Portuguesas - Mas o que vos anda a passar pela cabeça?





O meu MQT hoje tinha uma reunião e como é habitual pergunteiqual era empresa, mal ele escreveu o nome tratei logo de o colar no Google parasaber mais sobre a dita empresa, tenho sempre curiosidade pelo trabalho dele epara quem trabalha.
A empresa tem site institucional em PT, EN e ES, o que ésempre bom, existem montes de empresas que nem um site têm e outras que estãoanos com um “under construction”.
Como é habitual passeio pelo site, que no fundo são 4páginas muito, muito pobres e o que descubro? Coisas super interessantes:
- Nome da empresa na apresentação escrito entre aspas! What?
- Erros ortográficos, falta de acentos, pontuação excessivae uma miscelânea de frases feitas que juntas não fazem sentido nenhum. Mas nemuma menção ao objeto de negócio da empresa.
Resolvi espreitar o texto em Inglês e consegue ser pior, temainda mais erros ortográficos e diversos erros gramaticais. Abro a página de apresentação emEspanhol e consegue ser o mais equilibrado dos três, mas continua a ter erros ea não mencionar o que a empresa faz.
Nas restantes 3 páginas existentes a pobreza dos textos continuae os erros ortográficos também, as fotos que ilustram o site apesar de nãoserem más, são escassas, mas suficientes para perceber que o design dosprodutos e respetivas embalagens é muito pobre e ultrapassado.
Fecho o site e penso como é possível que uma empresa queexporta para 80 países, está presente em feiras internacionais e pelos vistosmuito bem de saúde financeira não tem ninguém que se preocupe com a Imagem que transmiteaos seus potenciais clientes.
Em termos de marketing acredito, não tenho dados, que cercade 80% das empresas portuguesas estão 30 anos atrasadas em relação às empresasde países mais desenvolvidos, há ainda muito trabalho a desenvolver neste campoporque o marketing ainda é tido como um custo e associado apenas à publicidade.Ideia completamente errada e míope.
Mas deixo uma dica aos “empresários” portugueses, nãoquerem, não ligam não se importam com marketing tudo bem, fiem-se na virgem enão corram; Não ligam à imagem e ao design porque vendem sem problemas,continuem a vender os produtos que vendiam há 10/15/20 anos atrás porque claroeles vão sempre continuar a vender-se magicamente só porque sim.
Mas pelo menos se publicarem alguma coisa online antes defazerem publicar colem o texto no Word, esse programa fantástico que detetaerros ortográficos e até gramaticais, e só depois se corrigirem as palavras queaparecem a vermelho e verificarem se querem manter as palavras que aparecem a azul é quecolam o texto no site. A sério não custa nada, perdem 2 minutos e evitamter erros rudimentares na vossa montra digital.
Porque mais vale perder dois minutos com a imagem do queperder a credibilidade em dois minutos.